{"id":45560,"date":"2023-06-22T15:13:39","date_gmt":"2023-06-22T18:13:39","guid":{"rendered":"https:\/\/abral.org.br\/?p=45560"},"modified":"2023-06-22T15:13:39","modified_gmt":"2023-06-22T18:13:39","slug":"e-a-magica-dos-quadrinhos-diz-mauricio-de-sousa-sobre-a-influencia-dos-gibis-na-alfabetizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abral.nhsinfo.com.br\/en\/e-a-magica-dos-quadrinhos-diz-mauricio-de-sousa-sobre-a-influencia-dos-gibis-na-alfabetizacao\/","title":{"rendered":"\u201c\u00c9 a m\u00e1gica dos quadrinhos\u201d, diz Mauricio de Sousa sobre a influ\u00eancia dos gibis na alfabetiza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h2>EM EXCLUSIVA A ESQUINAS, O CRIADOR DA TURMA DA M\u00d4NICA COMENTA SOBRE OS 60 ANOS DO GIBI E ESPECIALISTAS DISCUTEM A INFLU\u00caNCIA DOS QUADRINHOS NA ALFABETIZA\u00c7\u00c3O.<\/h2>\n<p>H\u00e1 60 anos, um grupo de amigos repleto de aventuras come\u00e7ava a ganhar identidade, a Turma da M\u00f4nica. Criada pelo cartunista brasileiro Mauricio de Sousa, a s\u00e9rie de hist\u00f3rias em quadrinhos marcou a mem\u00f3ria dos brasileiros, e hoje \u00e9 uma das maiores produtoras de gibis e desenhos animados do Brasil. Destacamos as origens do projeto e impress\u00f5es de profissionais do universo de quadrinhos com rela\u00e7\u00e3o a influ\u00eancia da Turma da M\u00f4nica na alfabetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1959, Mauricio de Sousa, analista do extinto jornal Folha da Manh\u00e3, entrou no mundo dos quadrinhos. Inspirado pela pr\u00f3pria inf\u00e2ncia, criou seus primeiros personagens, Bidu e Franjinha, sendo o primeiro inspirado em seu c\u00e3ozinho de estima\u00e7\u00e3o, Cu\u00edca. Esses personagens ganharam destaque na revista infantil Zaz Traz, publicada pela Editora Outubro, no ano seguinte. Assim come\u00e7ou a trajet\u00f3ria que levaria o cartunista a conquistar sucesso e carinho de leitores ao longo dos anos.<\/p>\n<p>A Turma da M\u00f4nica teve in\u00edcio em 1963, quando Mauricio decidiu criar uma personagem baseada em sua filha, M\u00f4nica, que na \u00e9poca tinha 2 anos, surgindo assim, a protagonista da turma e da marca. Na d\u00e9cada de 1970, o escritor ganhou a oportunidade de compartilhar suas cria\u00e7\u00f5es por meio de uma revista publicada pela editora Abril, intitulada de \u201cM\u00f4nica e Sua Turma\u201d. A revista contava com personagens j\u00e1 desenvolvidos nas tirinhas de jornal.<\/p>\n<p>Hoje, o sucesso da marca \u00e9 vis\u00edvel em qualquer espa\u00e7o voltado \u00e0 arte, as produ\u00e7\u00f5es do escritor continuam nas lembran\u00e7as dos mais velhos e no presente dos mais novos, independentemente do formato e da linguagem. Em exclusiva \u00e0 ESQUINAS, Mauricio comenta sobre sua cria\u00e7\u00e3o estar na vida dos brasileiros h\u00e1 d\u00e9cadas e de como a linguagem das produ\u00e7\u00f5es \u00e9 atemporal: \u201cAntes receb\u00edamos muitas cartas e respond\u00edamos todas. Agora, com as redes sociais, continuamos conversando e dialogando com nossos leitores. Assim sabemos o que querem, o que gostam e o que n\u00e3o gostam\u201d.<\/p>\n<h3>OS QUADRINHOS DE HOJE<\/h3>\n<p>Mesmo com as transforma\u00e7\u00f5es do advento da internet, o gibi ainda ocupa um espa\u00e7o do mundo geek e se mant\u00e9m nas diferentes gera\u00e7\u00f5es. Jota Silvestre, rep\u00f3rter da revista Mundo dos Super-Her\u00f3is, comentou que a linguagem de quadrinhos vive de ciclos: \u201cTeve um \u2018boom\u2019 na d\u00e9cada de 80, depois uma queda em 90, voltando nos anos 2000, e agora estamos em um bom momento\u201d.<\/p>\n<p>Silvestre entende que houve uma transforma\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cLer quadrinhos na minha juventude era considerado algo de nerd. Hoje, vemos uma populariza\u00e7\u00e3o e democratiza\u00e7\u00e3o da cultura pop, essa imagem do geek foi desfeita. Apesar da gera\u00e7\u00e3o atual estar mais conectada com v\u00eddeos e filmes, ainda existe o interesse pelos quadrinhos, um exemplo s\u00e3o os mang\u00e1s\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cacogalhardo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Caco Galhardo\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cacogalhardo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">cartunista da Folha de S\u00e3o Paulo,\u00a0<\/a>avalia que uma das principais consequ\u00eancias da transforma\u00e7\u00e3o digital no mundo dos quadrinhos se d\u00e1 pela migra\u00e7\u00e3o ao Instagram: \u201cLembro de um per\u00edodo em que as tirinhas sumiram, n\u00e3o tinha uma plataforma legal. O Instagram se mostrou uma rede muito boa para o trabalho de humor gr\u00e1fico. N\u00f3s, que fazemos desenhos de humor, estamos todos no Instagram, perdemos esse filtro do editor e da revista que publica\u201d. Silvestre e Galhardo ressaltam que a Turma da M\u00f4nica \u00e9 um gibi que atravessa gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O rep\u00f3rter atribui esse sucesso a dois pontos centrais: o conte\u00fado das hist\u00f3rias e o trabalho empresarial de Mauricio de Sousa. Em rela\u00e7\u00e3o aos temas dos gibis, Jota destaca que a hist\u00f3ria da Turma da M\u00f4nica poderia ocorrer em qualquer lugar, pois aborda os conceitos universais de amizade. J\u00e1 na figura do Mauricio empres\u00e1rio, Silvestre destaca a divis\u00e3o de tempo em que o cartunista escolheu seguir, 50% para cria\u00e7\u00e3o de projetos e outros 50% para crescimento da marca, fazendo com que o sucesso de seu trabalho aparecesse mais r\u00e1pido, vis\u00e3o de neg\u00f3cio que muitos quadrinistas n\u00e3o tem.<\/p>\n<p>Galhardo acrescenta que essa visibilidade r\u00e1pida se deve a um trabalho de qualidade: \u201cA Turma da M\u00f4nica \u00e9 a Disney do Brasil, tem o nosso DNA, a nossa inf\u00e2ncia, a rela\u00e7\u00e3o com os amigos e pais. \u00c9 a cria\u00e7\u00e3o de um brasileiro que nos representa\u201d.<\/p>\n<h3>DIVERSIDADE EM A TURMA DA M\u00d4NICA<\/h3>\n<p>Ainda com rela\u00e7\u00e3o a pluralidade lingu\u00edstica e cultural da Turma da M\u00f4nica, e sua crescente percep\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da diversidade populacional nos personagens, Galhardo pontua.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cO Maur\u00edcio come\u00e7ou a incluir diferentes personagens em uma \u00e9poca em que essas preocupa\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram t\u00e3o latentes\u201d. O cartunista avalia que a cria\u00e7\u00e3o dos personagens foi sempre muito assertiva, ficando claro que a Turma da M\u00f4nica entendeu a necessidade e demonstrou preocupa\u00e7\u00e3o em acompanhar o tempo.<\/p><\/blockquote>\n<p>Para Silvestre, Maur\u00edcio soube se atualizar, e n\u00e3o s\u00f3 do ponto de vista tecnol\u00f3gico. Jota enxerga a Turma da M\u00f4nica Jovem como um desses marcos, no sentido de que atende aos interesses do adolescente. O rep\u00f3rter destaca que a Mauricio de Sousa Produ\u00e7\u00f5es (MSP) est\u00e1 acompanhando as demandas da sociedade, explicitamente observado pela inclus\u00e3o de personagens que pautam temas sociais de forma org\u00e2nica.<\/p>\n<p>Virg\u00ednia Tatarunas, coordenadora da escola Proben (Projeto Beb\u00ea Natureza), ressalta que a Turma da M\u00f4nica, em espec\u00edfico, \u00e9 muito valorizada na educa\u00e7\u00e3o infantil por conta da diversidade de seus personagens. Tatarunas destaca que, mesmo com 60 anos dos gibis, ainda t\u00eam crian\u00e7as que pedem por festas de anivers\u00e1rio com o tema da Turma da M\u00f4nica, evidenciando a influ\u00eancia na esfera infantil.<\/p>\n<p>Mauricio de Sousa comenta sobre a visibilidade dos personagens na Turma da M\u00f4nica.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cProcuramos ter personagens que se conectem com as crian\u00e7as deficientes. Criamos o Andr\u00e9 que \u00e9 autista, o Luca, que \u00e9 cadeirante; a Dorinha, que \u00e9 deficiente visual; a Sueli, que \u00e9 surda; a Tati, que tem S\u00edndrome de Down entre outros. Elas precisam ser representadas e vistas. As crian\u00e7as que convivem com amigos que possuem alguma defici\u00eancia devem ser informadas dessas diferen\u00e7as, para que respeitem e acolham com carinho.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p><iframe id=\"instagram-embed-0\" class=\"instagram-media instagram-media-rendered\" src=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/CscOzOXJz7d\/embed\/captioned\/?cr=1&#038;v=14&#038;wp=675&#038;rd=https%3A%2F%2Frevistaesquinas.casperlibero.edu.br&#038;rp=%2Feducacao%2Fe-a-magica-dos-quadrinhos-diz-mauricio-de-sousa-sobre-a-influencia-dos-gibis-na-alfabetizacao%2F#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A2758%2C%22ls%22%3A760.5%2C%22le%22%3A2585.89999999851%7D\" height=\"834\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-instgrm-payload-id=\"instagram-media-payload-0\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<h3>ALFABETIZA\u00c7\u00c3O BRASILEIRA E GIBIS<\/h3>\n<p>Os gibis podem ser considerados uma ferramenta de alfabetiza\u00e7\u00e3o. Com di\u00e1logos simples e divertidos, os quadrinhos proporcionam um aprendizado l\u00fadico, que ajuda e desenvolve a compreens\u00e3o do texto, o racioc\u00ednio l\u00f3gico e a capacidade de interpreta\u00e7\u00e3o.\u00a0A Turma da M\u00f4nica \u00e9 um dos exemplos. Jota Silvestre relembra como ocorreu sua aproxima\u00e7\u00e3o com os gibis mesmo sem saber ler:\u00a0\u201cEu lembro de ler quadrinhos antes de ser alfabetizado, entendia pelas imagens. Quando comecei a estudar ingl\u00eas, meu professor deu a dica de usarmos hist\u00f3rias em quadrinhos para entender melhor a l\u00edngua estrangeira, porque a imagem ajuda na compreens\u00e3o do texto\u201d.<\/p>\n<p>Tatarunas comentou sobre a estrutura dos gibis: \u201cOs gibis s\u00e3o portadores textuais por possu\u00edrem um formato que antecede o poder da leitura. \u00c9 uma estrutura fragmentada, onde se criam narrativas em cima de imagens, tendo um peso no processo da alfabetiza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A coordenadora tamb\u00e9m destacou que os diferentes fonemas nos nomes dos personagens s\u00e3o importantes na educa\u00e7\u00e3o infantil.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cOs nomes dos personagens s\u00e3o importantes. Todos eles t\u00eam diferen\u00e7as de fonemas que colaboram para que as crian\u00e7as construam outras palavras. Na Turma da M\u00f4nica, personagens como Anjinho, Casc\u00e3o e Cebolinha, apresentam pron\u00fancias que s\u00e3o dif\u00edceis de terem nomes. Quando se aproxima do som, as crian\u00e7as produzem para construir outra palavra, isso se torna uma fonte de pesquisa. Para os educadores, \u00e9 essencial.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>O processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o pode ser confuso. Tatarunas destaca que a estrutura dos quadrinhos facilita no aprendizado: \u201cO gibi \u00e9 o \u00fanico portador textual em que as palavras s\u00e3o escritas com o uso da letra bast\u00e3o, auxiliando nas tentativas de leitura\u201d.<\/p>\n<p>Maur\u00edcio se diz realizado quanto a influ\u00eancia de sua arte na vida de milh\u00f5es de brasileiros e compartilha um epis\u00f3dio de sua inf\u00e2ncia no processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA minha medalha no peito \u00e9 saber que nossas hist\u00f3rias alfabetizaram e estimularam a leitura das crian\u00e7as. Isso aconteceu comigo, quando tinha quatro ou cinco anos, levei para minha casa uma revista velha que achei na cal\u00e7ada. Adorei os desenhos e pedi para meus pais lerem para mim. Eles come\u00e7aram a me trazer mais gibis, at\u00e9 que minha m\u00e3e resolveu me ensinar a ler. Depois disso, n\u00e3o parei mais. \u00c9 a m\u00e1gica dos quadrinhos.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>Leia mais: https:\/\/revistaesquinas.casperlibero.edu.br\/educacao\/e-a-magica-dos-quadrinhos-diz-mauricio-de-sousa-sobre-a-influencia-dos-gibis-na-alfabetizacao\/<\/p>\n<p>Fonte: Revista Esquinas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 60 anos, um grupo de amigos repleto de aventuras come\u00e7ava a ganhar identidade, a Turma da 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